Etiqueta Internet (NETIQUETA)
Pessoal,Texto da Luly Zonta para o Jornal Bom dia.
Não só é verdade como deveria ser obrigatório para quem usa a internet, como uma habilitação.
Acho que todo mundo deveria saber como usar e ser multado se usar errado, rs...!
Ah! eu não repasso correntes nem pedidos de ajuda.
Quando recebo repetidamente da mesma pessoa peço que me retire de sua lista e/ou envio o link do site que explica as lendas e correntes que tanto nos incomodam: http://www.quatrocantos.com/lendas/
[]s.
Internauta ligado é aquele que respeita a netiqueta.
Se você estiver on-line, por favor, preste atenção.
Para quem está desconectado, as regras a seguir são preciosas para suas próximas navegações, chats e envio de e-mail.
Internautas de todo o ciberespaço agradecem.
A netiqueta é um conjunto de regras não-oficiais, passadas de e-mail a e-mail ou de site em site, que tenta estabelecer bons modos entre os internautas, também chamados “netizens” (cidadãos da internet).
As regras da netiqueta não visam prejudicar ninguém, e sim ensinar as pessoas que certas atitudes aparentemente inofensivas podem aborrecer, atrapalhar ou agredir outros usuários – e que essas ações devem ser evitadas.
O usuário que desrespeita a netiqueta, propositalmente ou não, prejudica também a si mesmo, porque é “deixado de lado” pelos outros internautas.“A internet é um processo novo e evolutivo.
Como na vida real os homens arrastavam as mulheres pelos cabelos e, hoje, mandam flores, também surgiu a necessidade da gentileza no mundo virtual”, define o tecnólogo em computação Airton Caetano, diretor de uma empresa de desenvolvimento em internet.
Para ele, a etiqueta na rede tem duas vertentes: os bons modos de quem faz a rede, criando ambientes agradáveis para a visitação, e a busca facilitada da informação. “É como montar uma mesa com pratos, talheres e copos: tudo tem que estar no lugar. A net segue estes princípios para facilitar a navegação. Se o usuário não acha o que quer num site, cai fora.”
Caetano compara a rede a uma festa da qual hoje o grande mestre de cerimônias é o Google. “Ele recebe bem. É simples, ágil, limpo, reflete informação... O que você precisa está lá.”
Na opinião do tecnólogo, não existe deselegância maior do que um site não colocar endereço e telefone ou uma tecla para voltar instantaneamente.
Spam é condenado.
Vírus idem.“A boa educação de quem faz a internet é criar um clima agradável, bonito e útil. Do outro lado, a regra é fazer bom uso da internet.”
Comunidade no Orkut defende os bons modos na internet.
Eu Quebro Corrente de E-mail, Eu Odeio Correntes de Internet: essas são duas das comunidades mais populosas que pregam bons modos na rede – com 8.429 e 61.172 integrantes respectivamente.
O jundiaiense André Luiz Coutinho é o dono da comunidade Netiqueta – Educação é bom, que tem um fórum permanente de discussões.
Entre os motivos da criação, um alerta: “Não envie correntes. Nada acontecerá se você enviar 1000 mensagens para teus contatos, exceto a tua conexão que ficará lenta.”
Esta semana, a diretora teatral Madê Correa pediu a seus amigos da net que não sejam enviados falsos pedidos de ajuda pela internet. “Não repasso esse tipo de e-mail... Desculpe se estou magoando alguém, mas acho que isso é para o bem de todos nós, internautas”, diz.
Em 2000, o bauruense Bruno Galan, na época estudante, enviou um e-mail pelo site da banda Radiohead para o então presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, com ameaça de morte ao chefe de estado.
O trote virou um incidente internacional entre o Brasil e os Estados Unidos e, alguns dias depois, agentes do FBI (Federal Bureau of Investigation) bateram à porta do provedor para pressionar a empresa a fornecer os dados do usuário.
Hoje, Galan é DJ e autor de vinhetas da MTV, mas está proibido de pisar nos EUA.
Pessoal,Texto da Luly Zonta para o Jornal Bom dia.
Não só é verdade como deveria ser obrigatório para quem usa a internet, como uma habilitação.
Acho que todo mundo deveria saber como usar e ser multado se usar errado, rs...!
Ah! eu não repasso correntes nem pedidos de ajuda.
Quando recebo repetidamente da mesma pessoa peço que me retire de sua lista e/ou envio o link do site que explica as lendas e correntes que tanto nos incomodam: http://www.quatrocantos.com/lendas/
[]s.
Internauta ligado é aquele que respeita a netiqueta.
Se você estiver on-line, por favor, preste atenção.
Para quem está desconectado, as regras a seguir são preciosas para suas próximas navegações, chats e envio de e-mail.
Internautas de todo o ciberespaço agradecem.
A netiqueta é um conjunto de regras não-oficiais, passadas de e-mail a e-mail ou de site em site, que tenta estabelecer bons modos entre os internautas, também chamados “netizens” (cidadãos da internet).
As regras da netiqueta não visam prejudicar ninguém, e sim ensinar as pessoas que certas atitudes aparentemente inofensivas podem aborrecer, atrapalhar ou agredir outros usuários – e que essas ações devem ser evitadas.
O usuário que desrespeita a netiqueta, propositalmente ou não, prejudica também a si mesmo, porque é “deixado de lado” pelos outros internautas.“A internet é um processo novo e evolutivo.
Como na vida real os homens arrastavam as mulheres pelos cabelos e, hoje, mandam flores, também surgiu a necessidade da gentileza no mundo virtual”, define o tecnólogo em computação Airton Caetano, diretor de uma empresa de desenvolvimento em internet.
Para ele, a etiqueta na rede tem duas vertentes: os bons modos de quem faz a rede, criando ambientes agradáveis para a visitação, e a busca facilitada da informação. “É como montar uma mesa com pratos, talheres e copos: tudo tem que estar no lugar. A net segue estes princípios para facilitar a navegação. Se o usuário não acha o que quer num site, cai fora.”
Caetano compara a rede a uma festa da qual hoje o grande mestre de cerimônias é o Google. “Ele recebe bem. É simples, ágil, limpo, reflete informação... O que você precisa está lá.”
Na opinião do tecnólogo, não existe deselegância maior do que um site não colocar endereço e telefone ou uma tecla para voltar instantaneamente.
Spam é condenado.
Vírus idem.“A boa educação de quem faz a internet é criar um clima agradável, bonito e útil. Do outro lado, a regra é fazer bom uso da internet.”
Comunidade no Orkut defende os bons modos na internet.
Eu Quebro Corrente de E-mail, Eu Odeio Correntes de Internet: essas são duas das comunidades mais populosas que pregam bons modos na rede – com 8.429 e 61.172 integrantes respectivamente.
O jundiaiense André Luiz Coutinho é o dono da comunidade Netiqueta – Educação é bom, que tem um fórum permanente de discussões.
Entre os motivos da criação, um alerta: “Não envie correntes. Nada acontecerá se você enviar 1000 mensagens para teus contatos, exceto a tua conexão que ficará lenta.”
Esta semana, a diretora teatral Madê Correa pediu a seus amigos da net que não sejam enviados falsos pedidos de ajuda pela internet. “Não repasso esse tipo de e-mail... Desculpe se estou magoando alguém, mas acho que isso é para o bem de todos nós, internautas”, diz.
Em 2000, o bauruense Bruno Galan, na época estudante, enviou um e-mail pelo site da banda Radiohead para o então presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, com ameaça de morte ao chefe de estado.
O trote virou um incidente internacional entre o Brasil e os Estados Unidos e, alguns dias depois, agentes do FBI (Federal Bureau of Investigation) bateram à porta do provedor para pressionar a empresa a fornecer os dados do usuário.
Hoje, Galan é DJ e autor de vinhetas da MTV, mas está proibido de pisar nos EUA.
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