. Palavras ao vento
(Autor Desconhecido)
Um senhor, há muito tempo, tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o rapaz acabou preso!
Dias depois, descobriram que era inocente.
O rapaz foi solto, e processou o homem.
No tribunal, o senhor diz ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal.
E o juiz responde:
- Escreva os comentários num papel, depois pique e jogue os pedaços no caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença.
O senhor, obedeceu e voltou no dia seguinte.
- Antes da sentença, terá que voltar e catar os pedaços de papel que espalhou ontem, diz o juiz.
Responde o velho:
- Não posso fazer isso. O vento deve tê-los espalhado, já não sei onde estão.
Responde o juiz:
- Da mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de um homem, a ponto de não podermos consertar o mal.
Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada.
Sejamos donos de nossa boca, para não sermos escravos de nossa palavras.
(Autor Desconhecido)
Um senhor, há muito tempo, tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o rapaz acabou preso!
Dias depois, descobriram que era inocente.
O rapaz foi solto, e processou o homem.
No tribunal, o senhor diz ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal.
E o juiz responde:
- Escreva os comentários num papel, depois pique e jogue os pedaços no caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença.
O senhor, obedeceu e voltou no dia seguinte.
- Antes da sentença, terá que voltar e catar os pedaços de papel que espalhou ontem, diz o juiz.
Responde o velho:
- Não posso fazer isso. O vento deve tê-los espalhado, já não sei onde estão.
Responde o juiz:
- Da mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de um homem, a ponto de não podermos consertar o mal.
Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada.
Sejamos donos de nossa boca, para não sermos escravos de nossa palavras.
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